Também conhecido como esclerose ou caduquice, é um tipo de demência que pode se manifestar a partir da melhor idade.
Uma equipe de cientistas e pesquisadores espanhóis divulgou, na edição de março de 2008 da revista científica Molecular and Cellular Biology, significativo estudo que pode ajudar, dentro de algum tempo, novos avanços nas pesquisas em busca de um tratamento eficaz contra o Mal de Alzheimer.
Segundo o relato da pesquisa, a equipe espanhola descobriu uma relação entre a proteína presenilina 1, elemento-chave para o desenvolvimento do Alzheimer, e a enzima acetilcolinesterase, empregada em diversos tratamentos contra a doença que, segundo dados do Alzheimer’s Association (veja mais detalhes sobre o assunto aqui) deverá crescer 600 por cento na população latino-americana até 2050.
Por outro lado, pesquisadores israelenses apresentaram em Londres, também em março de 2008, durante congresso promovido pela Royal Pharmaceutical Society of Great Britain um controvertido estudo obtido por meio de experimentos com ratos, no qual mostraram que uma das substâncias psicoativas da cannabis (maconha), o cannabidiol (também conhecido como CBD) pode desacelerar a perda da memória durante o desenvolvimento do Alzheimer.
Como se percebe, pesquisadores em todo o mundo não medem esforços para descobrir as efetivas causas e os possíveis tratamentos para esta doença, relatada pela primeira vez pelo médico alemão Alois Alzheimer no início do século XX, cientificamente chamada de demência senil e popularmente conhecida como esclerose ou caduquice.
Diversos estudos indicam que muitos fatores podem desencadear o Alzheimer, entre eles, alguns que apontam que existe uma maior probabilidade de pessoas com baixa intelectualidade desenvolverem a doença, ou seja, pessoas que estudaram pouco, que lêem pouco e que possuem poucas habilidades intelectuais.
Dona Apolônia Batisti (foto acima) enfrenta Alzheimer há oito anos e quem a conhece condena a doença, uma vez que hoje Apolônia não consegue ao menos conversar, uma das características marcantes de quando essa patogenia encontra-se em estado avançado e requer, além de tratamento medicamentoso apropriados cuidados especiais com o paciente.
Aliás, cuidados especiais com portadores do Mal de Alzheimer parecem ser muito eficazes. Confira o manual especialmente elaborado para os “cuidadores de pessoas com Alzheimer” e que disponibilizamos aqui.