maio 31, 2008 por Patricia de Souza
Segredos de um casamento duradouro.
É comum ouvir as pessoas dizerem que “casamento hoje em dia não dura mesmo”. É nessa base de opiniões populares que se pode afirmar que, na vida de um casal, somente o amor de um para com o outro pode ultrapassar barreiras sobre as mais diversas dificuldades oferecidas no dia-a-dia, até mesmo um casamento que esteja “desgastado” pelo tempo.
Conviver com uma pessoa ao seu lado, estando presente em todas as decisões, situações, problemas e conquistas acaba, de fato, se tornando uma prova de fogo a dois. Mas o que é necessário para que um casamento seja um verdadeiro alicerce na vida de um casal?
O dramaturgo norueguês Henrik Ibsen tem uma frase lapidar que parece explicar esse segredo. Segundo o autor da peça Casa de Bonecas, “não existe montanha, por mais íngreme que seja, que duas pessoas juntas não possam vencê-la”. Frase esta que, tudo indica, é comungada pelo casal Dormecida e Ciros Teixeira, casados há 48 anos e para quem, “o resultado de uma união estável deve estar baseada em uma dedicação constante com muito respeito. É o entendimento de um para com o outro em qualquer situação que a vida impõe”.
Uma lição de vida a dois que foi conquistada cotidianamente, sem dúvida. E que o casal procura passar como ensinamento aos seus sete filhos, dez netos e quatro bisnetos. Um ensinamento que todos nós devemos pôr em prática quando se almeja harmonia, paz e felicidade. E outra vez lembrando Ibsen, nunca é demais salientar que “a felicidade é, antes de tudo, o sentimento tranqüilo, contente e seguro da inocência.”
Tags: amor, casamento, duradouro
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maio 30, 2008 por Sérgio Montibeler
Projeto Experimental em Comunicação contribuindo para a melhor idade.
Um ser humano saudável sabe que um dia vai ficar velho. A pele vai enrugar, o cabelo vai ficar branco e o cansaço será mais freqüente. O envelhecimento é um processo fisiológico e não está necessariamente ligado à idade cronológica. Cientistas e geriatras preferem separar a idade cronológica (idade numérica) da idade biológica (idade vivida).
É nessa perspectiva que decidimos desenvolver esse Projeto Experimental em Comuniucação (PEC), para compreender e tentar colaborar com o público da melhor idade abrindo mais espaço para tratar dos assuntos de seu interesse, nete caso um blog jornalístico.
Antigamente, nas sociedades tradicionais, os velhos eram muito considerados por serem sinônimo de lembranças e sabedoria. Atualmente, o descaso e o desprezo os excluem da sociedade. Muitos julgam os membros da melhor idade como pessoas improdutivas para a sociedade e torna-se comum encontrar idosos abandonados e ignorados dentro da própria família.
A velhice hoje é vista por muitos como um período de decadência física e mental. É um conceito equivocado, pois muitos cidadãos que chegam aos 65 anos ainda são completamente independentes e produtivos. Acreditamos na decadência sim, mas da sociedade que não dá valor as necessidades dos nossos velhos.
A população idosa, em nosso país, cresce a cada dia e com ela as dificuldades e as necessidades de adequar soluções eficientes, com o objetivo de tornar digna a vida do grupo da melhor idade. Uma velhice tranqüila é o somatório de tudo que beneficia o corpo e a mente, como por exemplo, a criação desse blog que deseja estimular os idosos a manterem a constante busca pelo conhecimento.
Ao contrário do que se pensa, a melhor idade pode e deve manter uma vida ativas seja através de práticas mentais ou fisícas.
A busca de uma vida com qualidade e o não aniquilamento das capacidades, inclui o preenchimento das carências no que tange à afetividade e convivência social. Esta é a grande alavanca do bem-estar, da felicidade e, conseqüentemente, da longevidade: ocupar a mente e o coração.
Tags: envelhecimento, Projeto, qualidade
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maio 29, 2008 por Patricia de Souza
Um mal para a melhor idade.
Publicada na revista Veja, de 19 de março, uma boa notícia para quem sofre desse mal. O anti-hipertensivo alisquireno, fabricado pelo laboratório Novartis, foi descoberto como um dos mecanismos mais importantes do controle da pressão arterial. Confira mais detalhes clicando aqui.
De acordo com dados divulgados pela Sociedade Brasileira de Hipertensão, a taxa de incidência da pressão alta é de 30% na sociedade brasileira, chegando a mais de 50% na melhor idade. Cerca de 300 mil pessoas morrem no Brasil em virtude de doenças cardiovasculares, sendo que estas são decorrentes, em mais da metade dos casos, da hipertensão.
Mercedes Fernandes (foto acima), 71 anos, faz parte destes números. Há cinco anos sofre de dores de cabeça e tontura, conseqüências da pressão alta. Exercícios físicos, baixo consumo de sal são algumas das formas para tratar a doença, porém Mercedes afirma controlar a hipertensão somente com remédios (ouça a entrevista).
A hipertensão aumenta a possibilidade do desenvolvimento de doenças do coração e, em conseqüência, de derrames e infartos. A solução é manter acompanhamento médico periodicamente e tentar reduzir o impacto deste mal sobre o organismo.
Tags: Brasil, hipertensão, pressão alta
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maio 28, 2008 por Marceli Regiane
Senhoras buscam no mercado produtos que correspondam a sua vaidade.
Números estimados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que a população de idosos no Brasil passará de 7% para 14% em 2025. Diante da constatação do envelhecimento da população torna-se necessário verificar preferências e tendências da terceira idade no quesito moda.
Para a estilista e professora de desenho de moda em Minas Gerais, Cristiane Aparecida Gontijo Victer, as senhoras acima de 60 anos são extremamente vaidosas, gostam de se vestir bem, usar maquiagem e estar por dentro do que está na moda. “Esta é uma nova geração de idosos e têm consciência do potencial que possuem”, comenta a estilista.
Infelizmente, muitas empresas de vestuário ainda não estão preparadas para atender e satisfazer as necessidades e demandas deste nicho de mercado, que é bastante novo e tão exigente quanto o mercado de moda jovem. De acordo com uma pesquisa organizada por Cristiane, em 2006, 42% das senhoras entrevistadas revelaram ter dificuldade em encontrar peças que se adaptem e caiam bem no seu manequim. A solução que as senhoras encontram é de optar por fazer roupas sob medida.
Jaci Paula Coelho (foto acima), 65 anos, afirma já ter tido dificuldades em encontrar roupas com um caimento satisfatório. “Gosto de usar roupas confortáveis, como calças jeans e blusas de malha, nas cores branco e azul, mas algumas vezes é difícil encontrar algo que fique bom”.
Diante da falta de opções nas lojas de vestuário, Jaci prefere mandar fazer algumas peças sob medida e complementa o visual com uma maquiagem leve e acessórios. “O importante é a gente se sentir sensual sem ser vulgar e com muito conforto”, finaliza Jaci.
Confira aqui a pesquisa “Design e Moda na Terceira Idade” organizada por Cristiane Aparecida Gontijo Victer em parceria com Mônica Fischer.
Tags: moda, preferências, tendências
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maio 27, 2008 por Patricia de Souza
Casa asilar é aconchego para a solidão?
De acordo com o Estatuto do Idoso, podemos destacar o Capítulo IX – Da Habitação- art. 37 onde fica definido que “o idoso tem direito a moradia digna, no seio da família natural ou substituta, ou desacompanhado de seus familiares, quando assim o desejar, ou ainda, em instituição pública ou privada”.
Porém, bem sabemos que na maioria das vezes não funciona dessa maneira, e quem acaba decidindo sobre a nova morada do idoso é a família, isso quando o mesmo não fica em situação de abandono.
Claro que existem as exceções, onde por vezes é o idoso que opta por conviver em uma casa asilar, pois prefere contato com pessoas da mesma idade e porque acaba se sentindo um entulho na vida dos filhos e netos.
Uma reportagem publicada recentemente no Jornal de Cuiabá mostra que a situação de abandono para com os idosos é crítica, demonstrando assim um problema social que engloba a Brasil, senão o mundo. Acompanhe aqui a reportagem.
A denúncia feita pelo jornal é apenas um pequeno retrato da realidade que Dona Sebastiana de Souza (foto acima), de 84 anos, vive cotidianamente. Segundo ela, há quatro anos mora em uma casa asilar, onde não recebe visitas dos filhos há um mês. Sebastiana reclama da saudade dos netos, mas optou por morar em uma casa asilar para não se sentir “um empecilho na vida da família”.
O que se pode perceber, seja pela denúncia do jornal, seja pelo relato de Dona Sebastiana, é que a casa asilar se torna em uma opção de moradia aos idosos que por decisão própria ou não, passam seus dias na companhia de outros idosos, na esperança que um dia a família venha os visitar ou que o Estatuto seja aplicado se forma mais rígida e na prática, não apenas no papel.
Acesse aqui e conheça seus direitos através do Estatuto.
Tags: asilo, Estatuto, moradia
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maio 26, 2008 por Marceli Regiane
Exercícios físicos são garantia para uma melhor qualidade de vida.
Números divulgados pela Organização das Nações Unidas (ONU) mostram que 10% da população mundial possui idade igual ou superior a 60 anos. Muitos destes idosos desejam viver a melhor idade de uma forma ativa e sabem da importância das atividades físicas para suas vidas.
Exercícios que estimulam os aparelhos respiratório, cardiovascular, nervoso central e os músculos são recomendados para aqueles que desejam evitar doenças ligadas ao avanço da idade.
Este é o segredo de Elsa Maria Reinert, 79 anos, que merece o troféu de “senhora mais ativa do blog Viver+”. Nossa atleta faz caminhadas diárias, ginástica, natação e exercícios em casa, com bola, para estimular a circulação sanguínea (saiba mais sobre o assunto clicando aqui). Enquanto realiza as atividades sob a supervisão da filha e educadora física, Bráulia Maria Reinert Iñarra (foto), Elsa Maria afirma: “Todos os dias digo “não” ao sedentarismo”.
Aqui registramos nossos sinceros aplausos e congratulações para idosos que, como Elsa Maria, deixam a preguiça de lado e procuram viver de forma mais saudável a melhor idade de suas vidas!
Tags: circulação sanguínea, exercícios, qualidade de vida
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maio 25, 2008 por Sérgio Montibeler
Como diz o velho ditado: para o amor não tem idade.
A primeira paixão de Margarida Flores Magno foi aos 17 anos. Segundo confidência, foi fogo de adolescência somado às imposições da família, que a fizeram com que se casasse muito cedo. O casamento com um jovem ferroviário durou mais de 45 anos, mas não lhe trouxe realização no amor.
Enviuvou no inicio do ano de 2006 quando um câncer fatal vitimou seu ex-marido. Alguns meses depois teve a oportunidade de sonhar em ser feliz no casamento ao encontrar Antônio Magno, 65 anos, em um baile da melhor idade. “Queria ser feliz de verdade com alguém do meu lado que eu amasse”, comenta Margarida.
Margarida e Antônio (foto acima) se casaram no mesmo ano e contam que nem tudo foi um mar de rosas. Pelo menos no início. “No começo nossas famílias não aceitavam. Eu era solteiro e morava com minha mãe que era viúva. Margarida estava na casa de um dos filhos. Hoje somos felizes”, afirma Antônio, sorridente.
Quem está pensando em morar junto é outro casal da melhor idade, Maria Silveira, 77 anos e José Raul Rosa, atualmente com 68 anos (foto aqui). Os dois se conheceram há seis meses na pracinha da Casa Asilar São Simeão, em Blumenau, e ainda estão se conhecendo melhor. “Eu já sofri tanto que não sei se tenho coragem de assumir esse amor”, comenta tímida, Maria. Para conhecer um pouco mais da história deste casal assista a baixo um pequeno vídeo.
Cada vez mais freqüentes, estes “romances maduros” devem ser vistos como algo natural. Para a assistente social Gabriela Fisher, “todas as uniões da melhor idade têm como objetivo a elevação da auto-estima e a busca pelo tão sonhado amor, que durante uma vida inteira sofreram com a repressão e tornaram-se pessoas passivas”.
Tags: amor, relacionamento, romance
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maio 24, 2008 por Marceli Regiane
A solidariedade das senhoras evangélicas.
A matéria “Excesso de boa vontade?” (ver na integra) publicada na revista Época, aponta que 58% das pessoas que prestam trabalho voluntário no Brasil estão ligadas a alguma entidade religiosa. Exemplo disso é a OASE (Ordem Auxiliadora de Senhoras Evangélicas) que conta com cerca de 38 mil mulheres voluntárias espalhadas por todo o Brasil.
Correspondendo ao maior grupo de mulheres organizado de toda a América Latina, as voluntárias da OASE, que estão entre as faixas etárias dos 35 aos 86 anos, organizam campanhas beneficentes em prol das entidades necessitadas de todo o Brasil. Hospitais, ancionatos e lares de crianças são os principais beneficiários destas ações.
A importância desta ordem é vital aos mais carentes e geralmente abandonados pelo Estado, uma vez que o trabalho voluntário acaba por auxiliar na solução de problemas sociais que abrangem todas as faixas etárias da população, conforme salienta a vice-secretária nacional da OASE, Wilhelmina Kieckbusch, em entrevista que você pode conferir em áudio clicando aqui.
Vale salientar que, apesar da OASE ter sua origem e estrutura dentro da igreja luterana, mulheres de qualquer outra religião podem participar dos encontros e trabalhos voluntários organizados. O que importa é nutrir o sentimento de amor e solidariedade para ajudar aos semelhantes.
Não deixe de visitar o site oficial da OASE www.oase.com.br e também confira a lista dos sínodos (sedes da Oase) aqui.
Tags: OASE, senhoras, trabalho voluntário
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maio 23, 2008 por Patricia de Souza
O que leva um cidadão a continuar trabalhando mesmo depois de aposentado?
Segundo dados do IBGE, a proporção de idosos aposentados é de 65,3% da população brasileira, sendo que desse mesmo total 30,2% ainda trabalham, assumindo por vezes a chefia da casa. Clique aqui para acessar o site do IBGE.
Esses dados são cada vez mais freqüentes, porém existem as exceções, como no caso de Asta Bundg (foto acima) de 67 anos, que mesmo aposentada procura estar sempre ocupada entre os afazeres da casa e os trabalhos de costura, que faz para a vizinhança, afirmando que se sente realizada ao sair da rotina. Ouça a entrevista em áudio aqui.
Segundo o próprio Estatuto do Idoso, precisamente no capítulo VI, artigo 26 – Da profissionalização e do Trabalho – “o idoso tem direito ao exercício de atividade profissional, respeitadas suas condições físicas, intelectuais e psíquicas”.
O que a lei afirma, portanto, é que o idoso mesmo que já esteja aposentado pode reivindicar seu direito ao trabalho, desde que avaliado seu estado de saúde e a sua situação financeira. A lei abre, dessa forma, algumas portas de trabalho para esse público em específico, onde a exigência por experiência anterior seria uma cobrança um tanto quanto desnecessária, além da força de vontade para enfrentar, muitas vezes, uma árdua jornada de trabalho.
Tags: aposentadoria, Estatuto, trabalho
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maio 22, 2008 por Sérgio Montibeler
O fim da aposentadoria tradicional com a chegada da Previdência Privada.
Até bem pouco tempo, aposentar-se no Brasil era um verdadeiro transtorno. Uma busca incansável por papéis além de uma maratona nas filas da Previdência Social. A aposentadoria, antes de significar repousar tranquilamente em casa e aproveitar as boas coisas que a vida ainda proporciona, mesmo quando se está mais velho, acabava por se tornar em um verdadeiro martírio.
Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), aproximadamente nove milhões de brasileiros têm benefícios de aposentadoria pagos pelo governo, conforme contribuição previdenciária. Destes nove milhões, cerca de 43% recebem apenas um salário mínimo, atualmente R$ 415,00. O que, convenhamos, é muito pouco para garantir uma subsistência razoavelmente digna.
Pensando em receber um pouco mais para curtir a velhice e não passar tantas dificuldades buscando papéis e enfrentado filas, foi que Marcos Silveira decidiu, há quatro anos, pagar para a mãe Siloé Alvez (foto acima), 62 anos, um plano de Previdência Privada. Em algumas semanas ela irá começar a receber mensalmente para o resto de sua vida cerca de 3 salários mínimos. “Desejo que ela possa curtir melhor a sua velhice e que não dependa do plano de previdência do governo para sobrevir com apenas um pequeno salário”, diz Marcos.
Os sistemas de aposentadoria governamental, criados a partir de 1870, por Bismarck para a Alemanha, estão todos hoje, completamente falidos, inclusive no Brasil com o envelhecimento maciço da população. E pelo que tudo indica, até mesmo por que o estado a cada dia mais incentiva as privatizações para se eximir dos seus deveres, a aposentadoria tradicional parece estar com os dias contados.
“Hoje, segundo pesquisas recentes do IBGE, as pessoas vivem, em média mais de 75 anos. Isso significa que alguém que se aposenta aos 55 anos, depois de 30 ou 35 anos de carreira, ainda terá mais 20 anos de vida útil e saudável, com totais condições de aproveitar melhor os últimos anos de vida que lhe restam”, confirma Ricardo Colzani Russi, gerente de uma empresa especializada em Planos de Previdência Privada.
Neste novo contexto de aposentadoria, o rendimento mensal para os idosos pode se transformar na possibilidade para colocar em prática seus antigos sonhos de se dedicar a outras atividades que tragam prazer, qualidade de vida e reconhecimento, como por exemplo, viajar e curtir programas de lazer com outros membros da melhor idade sem se preocupar com os baixos rendimentos mensais.
Porém, Russi alerta que “o processo de busca pelo plano correto deve ser bem planejado antes, e preferencialmente consultar o apoio de um especialista em planos e benefícios. As mensalidades podem ser elevadas e a demora para receber o benefício pode não compensar o investimento”.
Outra questão que deve ser discutida e para isso queremos ouvir sua opinião, também, é que estes planos de previdência continuam sendo excludentes, ou seja, só pessoas com maiores condições financeiras podem pagar um plano e ao mesmo tempo dispor de dinheiro para sobreviver dignamente antes da aposentadoria chegar.
Tags: aposentadoria, Previdência Privada, previdência.
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